26.9.17

Prêmio do CNNP Concurso Nacional de Novos Poetas 2017



O guarda-chuva



O guarda-chuva
 estava aberto
 com o vento
rodopiou e
acabou
com a abóbada para baixo
e o cabo para cima
A chuva voltou
e encheu-o de água
como um
aquário redondo
Pela primeira vez
fez jus ao seu nome.


Eduardo Penteado Lunardelli

Entre 3207 inscritos meu poema acima classificou se entre os 250 que serão impressos no livro correspondente ao CNNP 2017

Os netos não param de chegar

A semana passada o Felipe neto do amigo Nelson de Souza, que gentilmente enviou este varal, e o Antonio, neto do casal Carol e Álvaro Abreu, que nos brinda com suas crônicas neste blog. Parabéns a ambos e aos pais das crianças.

Crônica diária



Rebobinando histórias de tabaco

Rebobinar a fita é coisa do passado. Rebobinavam-se filmes super-oito e dezesseis milímetros, nos projetores caseiros. Nos cinemas do interior havia intervalo para rebobinar e trocar de rolo. E nos toca-fitas de antigamente, também era preciso rebobinar. Hoje vou fazer um texto do fim para o começo. Como se rebobinavam as coisas antigamente. Do tempo que fumar charuto era permitido em todos os lugares. Deixei de fumar cigarro aos vinte e poucos anos fumando um charuto por dia. Fumava depois do jantar, onde eu estivesse. Em casa preferencialmente, mas em restaurantes, ou na casa de amigos. E pensar que já foi permitido fumar a bordo de aviões comerciais. Mas esse é o fim da história. Um pouco antes charuto era símbolo de status, e no meu caso uma recomendação exitosa do amigo Thomaz Souto Corrêa para largar o cigarro. Depois de alguns anos deixei também os charutos. Dessa época ainda tenho uma linda caixa de madeira, com umidificador, e dois ou três Cohibas que sobraram. E é dessa época também a história que Fidel contava porque não largava o velho e bom charuto cubano: "Para os russos não me beijarem na boca". Hoje, e chegando ao fim da crônica, é totalmente vedado fumar em qualquer espaço fechado, em quase todo o mundo. Cigarros, muito menos, charutos e cachimbos não são bem vistos. No entanto há em São Paulo dois ou três bares e restaurantes onde quem não fuma charuto é olhado com desconfiança. E quem lá frequenta sai com forte cheiro de tabaco nos cabelos e na roupa. Fumar ficou difícil, complicado e antigo.

Comentários que valem um post

 
João Menéres disse...
Vai ser um GRANDE ARTISTA !
segunda-feira, 25 de setembro de 2017 05:23:00 BRT
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Blogger Jorge Pinheiro disse...
Muito bom.
segunda-feira, 25 de setembro de 2017 06:57:00 BRT
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25.9.17

Desenho do João, meu neto

Além da qualidade do desenho, notem as cores. Uma promessa na família. Bem-te-vi. Setembro 2017

Crônica diária



Esses gaúchos nos divertem

Nós de São Paulo somos bem recebidos no Paraná e em Santa Catarina. Já a diferença fica por conta dos gaúchos. Pelo menos é o que dizem os manezinhos. Na verdade são brasileiros de fronteira. Tem usos e costumes muito particulares. E se acham. Tenho ótimos amigos e amigas em Porto Alegre. Um deles tem casa em Garopaba e em visita esta semana perguntou-me como encontro assunto para escrever todos os dias. Respondi que escrevia sobre o dia a dia. Ele fez cara de que não entendeu direito. Ofereci um café, ele aceitou, e quando a Florinda veio com a bandeja, pires, xícara colher e açucareiro, ele não conseguiu esconder que no sul tomam "cortado", isto é, leite com café. Pingado em outros estados. Mas tomou o cafezinho com bastante açúcar. A mesma Florinda (que é paulista) acabara de fazer curau. Oferecemos ao amigo gaúcho. "Curau? O que é isso?" É um doce, e é servido como sobremesa. Ele nunca tinha ouvido falar. Mas aceitou provar. Enquanto comia as primeiras colheradas a Florinda contou que quando trabalhou num restaurante na Lagoa da Conceição, em Florianópolis, um cliente do Rio Grande do Sul serviu o curau junto do prato quente. Foi alertado que aquilo era sobremesa. Não ligou. Porém na primeira garfada exclamou: "Bah, tche, colocaram açúcar na polenta." Todos rimos. Esses gaúchos são assim mesmo, mas boas pessoas.

24.9.17

Turcios

Omar Turcios é o maior caricaturista da Colômbia e um dos mais premiados no mundo. Aqui visto por mim. Setembro 2017. Procurem conhecer seu trabalho AQUI

Crônica diária

Receita para uma crônica

Claro que escrever não é um ato de tricotar, ou preparar um bolo, onde se possa seguir uma receita. No entanto depois de 1700 crônicas diárias aprendi alguma coisa. Não vamos falar de estilo ou fórmula. Não se trata de ensinar a fazer clichês. O objetivo é orientar aqueles que tem gosto pelo ato de escrever. A escolha de um bom tema é importante. Quanto mais banal maior a possibilidade de agradar um número maior de leitores. A escolha do título também é relevante. Muito leitor não passa dele. Depois do tema, é a forma como vai trata-lo que fará o sucesso do texto. Quanto mais direto, simples, e coloquial, melhor. Evite mostrar erudição. Nada de citações e outras chatices. Escreva da forma que você fala ou conversa com um amigo. Na crônica, é dessa maneira que o leitor vai encarar seu texto. Diga tudo sempre da forma que ele gostaria de ouvir. E quando o tema não é tão banal, comece, modestamente, mostrando sua ignorância sobre o assunto. Depois vá contando como aprendeu uma série de detalhes que gostaria de dividir com o leitor. Eles adoram saber que sabem mais do que você. Recentemente escrevi sobre a folhagem aspidistra, da qual o escritor inglês George Orwell ( autor de 1984) escreveu como sendo a "flor da Inglaterra". Aspidistra não é exatamente um tema comum, banal, mas dependendo como se expõe, mostrando ignorância e modéstia, pode-se envolver, pela curiosidade,  o leitor. E para concluir, a crônica deve ser curta. Nas plataformas digitais as pessoas não tem tempo nem disposição para textos longos. Este, por exemplo, já passou da conta. 

Crônica do Álvaro Abreu

Mais um

Estou passando por mais um capítulo na minha vida de patriarca de família grande, dessas que continua crescendo e se espalhando. Antes era bem mais fácil ter muitos filhos. Agora os casais têm no máximo dois, o que fatalmente resultará em avós de poucos netos. Estamos em São Paulo aguardando Antônio, o sétimo neto, chegar. Joaquim, que até agora mantém a exclusividade das atenções no lar, nasceu bem antes da hora. Daquela vez, Manaira, grávida de primeira viagem, telefonou cedinho relatando dores e nem deu para Carol chegar a tempo de acompanhar a movimentação final. Já tínhamos cinco netos, todos de filhos, e aquele seria o primeiro neto de filha. Ela gosta de dizer que são situações bem distintas, e que os homens não entendem as razões.

Desta vez, tão logo soube de um ligeiro desvio nos resultados de um exame de rotina, ela me deixou pra trás e veio correndo para ficar ao lado da filha grávida, que se mantém circulando de um lado para outro totalmente faceira e serelepe. Ela fez bem em vir sem passagem de volta: o nascimento só deverá acontecer mais para o fim do mês, conforme estimado pela ginecologista, durante a consulta que confirmou o estado interessante.

Enquanto o menino não chega, vou fazendo serviços gerais para as filhas ocupadíssimas, incluindo arrumação de estantes, conserto de cadeiras e de cafeteira. Sempre que dá, brinco com Joaquim, nos seus dois anos e meio. Ontem mesmo comprei um daqueles pios tipo cruzeta, feitos para chamar inhambu chororó, que os mestres de bateria costumam usar para fazer a marcação do samba na avenida. Amarrei um laço de barbante para que ele pudesse pendurar no pescoço. Fez um sucesso danado. O moleque aprendeu rapidinho a tirar sons variados, tampando os dois buracos laterais. Tantas fez que a avó tratou de gravar um vídeo e postar na internet. Pelo jeito, o brinquedinho barulhento vai ter que ser escondido quando o bebê chegar. Por prudência, trouxe também um helicóptero, feito de bambu, para ser usado em caso de ataques de ciúmes.


São Paulo, 20 de setembro de 2017
Alvaro Abreu
Escrita para A GAZETA

23.9.17

Gloria, uma nova escritora na família

Minha neta em foto do pai Guilherme. Setembro 2017

Crônica diária

Navalha no pescoço

Minha prima Clotilde também é maníaca com horário, e reclamou da falta de pontualidade dos médicos. Esse comentário me fez lembrar a bronca que dei no médico que uma semana depois iria me operar da vesicular. Como na história do barbeiro do Lampião, nunca se deve insultar uma pessoa com navalha ou bisturi na mão. E antes que me perguntam qual é a história do barbeiro, vou logo contando: diz a lenda que certa feita o temido Lampião, sentado na cadeira do barbeiro, perguntou se ele não o temia. O barbeiro respondeu: "Eu com esta navalha no seu pescoço, quem deve temer é você." E ambos riram. De medo. O mundo ficou menos perigoso. Hoje quase ninguém mais vai ao barbeiro fazer a barba, tanto que até mudaram de nome: são cabeleireiros. E os barbeadores modernos são à prova de acidentes. O que não mudou é paciente anestesiado na mão de médico (que atrasa) e continua usando bisturi.

22.9.17

MONTANHA nº11 - DA LAREIRA

Montanha nº 11 que ficará sobre a LAREIRA do ATELIER da PIACABA, depois de pintada.
Para relembrar quando ainda não tinha ganho as três cores.
 Vista da Lareira
 Detalhe

Crônica diária

O salva-pátria

A síntese/análise não poderia ser mais feliz. O autor é Nelson Jobim, ex-ministro do supremo, político, ministro, e amigo do Lula. 
“Há uma espécie de gap, um espaço, porque está terminando a geração que sobreviveu ao sistema militar e que produziu a redemocratização. Nós estamos numa virada de momento. A geração mais nova não fez política, não tem experiência. Então o risco que podemos correr em 2018, já que as velhas lideranças dificilmente chegarão a 2018, é o surgimento de algum salva-pátria de última hora, aventureiro político, um populista, que tanto pode ser de esquerda como de direita.”
Essa declaração feita no Estadão recebeu transcrição no O Antagonista com o seguinte comentário:
"Em 2018, nenhum salva-pátria pode ser pior do que o lesa-pátria (Lula) amigo de Nelson Jobim".
Concordo com ambos. Do amigo do Jobim parece que estaremos livre por conta da Lava Jato. E o candidato da direita a que se refere o ex-ministro, o deputado Bolsonaro, não tenho nenhum temor. Com seu discurso idiota não se elege vereador nem em cidade do interior do Acre. 

21.9.17

Montanha com tunel (nº12)

 MONTANHA nº 12 (Com túnel) e bicolor.
Mais uma vez a Montanha nº 12 e no fundo a Montanha nº 11 que postaremos amanhã. Todas no atelier da Piacaba.

Crônica diária

Você acredita em milagre?

Uma lástima essa equivocada postura dos que defendem a permanência do Temer, para evitar o pior. Estão compactuando com o crime, e com a falta de moral. E essa atitude permissiva é gravemente danosa. Tenho ouvido de jornalistas, até pouco tempo imparciais, fazendo declarações de que  o Lula deverá ser um dos candidatos a Presidente em 2018. É um tal disparate essa possibilidade, como o eleitor brasileiro vir a eleger um Bolsonaro. A minha esperança é que nos próximos quatorze meses apareça um candidato alfabetizado, ficha limpa, popular, e de reputação e competência gerencial comprovada. Seria o atual ministro da Fazenda? Milagres acontecem. 

20.9.17

MONTANHAS nº 13 e nº 16

Na minha sala na Piacaba, mais duas MONTANHAS. A de nº 13 (parecida com as formas da nª14 que serviu de molde para a de BRONZE. A de nª 16 é a azul mais clara.

Crônica diária

O que acho de psicanálise

Perguntaram-me o que acho de psiquiatra? Respondi de pronto, sem muita reflexão, até porque o indivíduo que me fez a pergunta poderia exercer essa profissão: "É aquele que transforma um problema em orgulho", eu disse. Ele não era psiquiatra, caso contrário teria entendido o humor da resposta. Era engenheiro, e me pediu para explicar. Foi quando contei o caso do primo do Leonardo. Já adulto continuava a fazer xixi na cama. Foi ao psiquiatra e anos depois, quando teve alta, foi perguntado: "E aí, parou de fazer xixi na cama?" Respondeu: " Não, mas agora me orgulho disso". 

19.9.17

Bronze do Israel Kinslansky

Uma das três moças, (Israel Kinslansky) da minha coleção, estava ensolarada no final da tarde.

Crônica diária

As férias do Ruy

Ruy Castro, que considero um dos nossos melhores cronistas, vai sair de férias por trinta dias. Vai daí que nos informa sua ida à cidade de Florença, na Itália. Numera as virtudes artísticas do importante  acervo da cidade. Os maiores nomes das artes estão lá representados, ou passaram por lá, ou lá estão enterrados. Mas na verdade a curiosidade do Ruy, desta vez é conhecer San Gimignano, que fica a 50 Km de Florênça. E o que tem essa cidade de tão especial? Uma sorveteria, que segundo o nosso cronista é uma verdadeira catedral das massas. A sorveteria Dondoli na Piazza della Cisterna. Sorvetes de açafrão, gorgonzola, lavanda, azeitona preta, além de todos os outros clássicos. Compara a devoção dos consumidores que formam longas filas aos devotos de "David", da "Anunciação" e do "Nascimento de Vênus". O sorveteiro Sergio Dondoli, segundo o Ruy, tem o mesmo prestígio que Brunelleschi, o arquiteto do Duomo e do Battistero, em Florença. Exageros à parte, tenho em comum com o Ruy a paixão por bons sorvetes. Não chego a marcar uma viagem a San Giminignano por conta deles, mas delicio-me com o Bacio Di Latte na esquina da minha casa. 

18.9.17

Aniversário do Boi

Ontem dia 17 de Setembro foi aniversário do Boi (73). Seu quadro, Retrato de Menina estava ensolarado. Coleção do autor do blog.
Boi-José Carlos Ferreira.

Crônica diária

Um dos tios do Google

Dia desses caiu-me às mãos o volume XVIII do "Tesouro da Juventude". De imediato aquelas páginas amareladas pelo tempo, capa dura azul, gravado em relevo o nome da Enciclopédia Infanto-Juvenil me trouxe muitas lembranças. E não pude deixar de compara-la ao atual Google. Só não consegui encontrar a data da sua publicação, nem o número da edição. que certamente sofreu centena de edições. Com 334 páginas esse volume tem 158 de textos e 176 de Índices. Fartamente ilustrada. Um verdadeiro tesouro até hoje. 

17.9.17

Montanha nº 3 RESTAURADA

 MONTANHA nº 3 depois de RESTAURADA
 Lixada
 
                                                                  Primeiras demão
                                                          Coberta de massa acrílica

Crônica diária

Sob o título de tímido 

Em 20 de dezembro de 2013, portanto há quase quatro anos escrevi que voamos no mesmo voo, Frei Beto e eu. Não nos falamos. Não nos víamos há mais de quarenta anos. Ele não me reconheceu. Eu, por timidez, não me identifiquei. Esta semana ele volta às manchetes para condenar o Palocci pelo que disse do Lula. Ainda bem que não cumprimentei o velho conhecido. Participamos dos ensaios e primeiras apresentações do espetáculo teatral "O Rei da Vela", dirigido pelo Zé Celso, com assistência do Beto. Eu namorava a Itala Nandi. Eram todos esquerda como manda o figurino de intelectual. Mas éramos jovens. E o convívio era possível. Depois, muito depois, ele passa a ser orientador "espiritual" do Lula. E vai para Brasília quando o PT assumiu o primeiro mandato presidencial. Acreditava eu que o Frei Beto estivesse, na época, convencido da pureza das ideias do partido. Tanto que depois de algum tempo se demitiu e voltou para sua vida de pensador e escritor. Achei que ele não havia se corrompido. Pelo menos moralmente. Mas as declarações que acaba de fazer contra o Palocci e em defesa do Lula, demonstram que continua, como o Chico Buarque, defendendo o chefe da quadrilha que roubou, saqueou, o país,  destruindo a esperança de duzentos milhões de brasileiros. E contra esse crime não há cadeia ou perdão que o redima.

16.9.17

Arte?

Carregada nua pelas ruas do comércio de Belém, artista paraense ganha elogios da crítica nacional

                 Quer saber mais? AQUI

Crônica diária

Barquinho de papel

Dizem que andar de bicicleta se aprende uma só vez. Acredito. Não tenho tentado para comprovar. Mas há uns trinta e cinco anos que não fazia um barquinho (origami) de papel. O ultimo deve ter sido ensinando meus filhos que já passaram dos quarenta. Minha neta de três, decepcionada com as frustradas tentativas de voo dos meus aviõezinhos de papel, pediu-me um barquinho. E fui tentar lembrar como se dobrava. Uma vez, duas, dezena de tentativas e a triste constatação: não sei mais fazer um barquinho. Que tristeza. Que vergonha. E foi a Deda, prima da minha mulher, quem sugeriu: "entra no Google". Eu não tinha pensado nisso. Fui lá, e relembrei, passo a passo, todas as dobraduras do barco. Aleluia. Foi quando pensei que se não amarrasse os sapatos todos os dias, já deveria ter esquecido. E ando desconfiado que nó de gravata já era. 

Comentários que valem um post




 Gaspar de Jesus deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Meu interesse é por montanhas":

Nesta matéria: eu sou alpinista!

Postado por Gaspar de Jesus no blog . em quinta-feira, 14 de setembro de 2017 19:41:00 BRT

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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "MONTANHA nº 3 - Coberta de neve":

Como curiosidade ?
Eu gosto imenso como ela está !

Postado por João Menéres no blog . em sexta-feira, 15 de setembro de 2017 04:09:00 BRT 

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 Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Plaquetas, uma tela":

Ótima notícia Edu!!!

Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em sexta-feira, 15 de setembro de 2017 00:21:00 BRT 

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15.9.17

MONTANHA nº 3 - Coberta de neve

A MONTANHA nº 3  até parece estar coberta de neve. Na realidade as três primeiras foram executadas com cimento VENCIDO. Sofreram danos no transporte, por mais cuidadoso que fosse. A número 1 se perdeu completamente. Esta foi reparada com massa acrílica, e acabou parecendo neve. Sofrerá ainda no processo de recuperação: lixa, e nova pintura. Mas fica o registro como curiosidade.

AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

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