31.10.17

Montanha nº 28 em alto relevo


Detalhe de como fica fixa na parede

Crônica diária



O bilau do Presidente

Exprimindo-se com a frase título desta crônica, as redes sociais ridicularizaram as dores e causas da internação do Temer, a semana passada. Charges e piadinhas falavam do assunto. Troca de fralda durante reunião com ministros e outras impropriedades, como um Viagra encontrado em seus rins. Voltaram a chama-lo de golpistas, mantra que a esquerda repete, para seu auto convencimento. O Temer é um corrupto, chefe de quadrilha, segundo o Ministério Público, e será julgado depois do exercício do mandato. Isso é que se espera, uma vez que o Congresso não permitiu uma investigação afastando-o do cargo por 180 dias. É um presidente legítimo, que sucedeu pelo voto dos que elegeram a incompetente Dilma, e nisso não paira dúvida. Agora espero que se recupere rapidamente para enfrentar uma luta inglória: fazer as reformas necessárias. Mas como estamos no fim do ano, véspera de ano eleitoral, e sem cacife político para enfrentar as feras do congresso, tudo vai ficar para o próximo presidente. Esse sim vai ter que ter "aquilo" roxo, como dizia o Collor, para promover as reformas no primeiro ano de seu mandato. No calor da vitória, que espero seja consagradora. Independente de quem vier a ser o eleito.

30.10.17

Um novo lugar para a Montanha nº7

Na entrada da PIACABA

Crônica diária

Que susto!

Eu estava sentado na sala de embarque do aeroporto de Florianópolis esperando a hora do embarque e pensando na crônica do dia seguinte. As capas das revistas semanais Veja, Isto é, e Carta Capital falavam de política. Nada de novo que valesse a pena comentar. Perdido nesses pensamentos ao som do burburinho dos passageiros e do estridente alto-falante anunciando os embarques das diversas companhias. De repente noto que passou na minha frente um indivíduo loiro, cabelo e barba curta, de óculos de lentes claras, estatura mediana e roupas bege discretas, aparentando uns quarenta anos. Até aí nada de anormal. O que me chamou atenção foi  que ele passou  outra vez, no mesmo sentido, em frações de segundos. E depois outra vez, e uma quarta, sem ter retornado. Parei de divagar e tentei recompor as imagens que acabara de ver. Parecia cena de filme repetida quatro vezes. Que coisa mais louca! Levantei de onde eu estava, e puxando minha mala fui em direção do indivíduo que já estava na sala seguinte. Na verdade eram quadrigêmeos. Que susto!

29.10.17

Escultura da Glória

Glória, minha neta criando objetos. 2017

Crônica diária



Aspidistra pintadimha

Depois de mais de um mês a Vivi da floricultura de Ibiraquera, em Imbituba, Santa Catarina ligou-me de volta. Eu já havia perdido a esperança de que ela conseguisse mudas de aspidistra. Mas ligou informando que conseguira um fornecedor de mudas da variedade "pintadinha". Reclamei do valor  mas aceitei a sugestão de encomendarmos meia dúzia para vê-las pessoalmente. A vantagem seria a entrega perto do meu jardim. Os dois vasos, com as doze mudas, que consegui em São Paulo, ainda não encontraram um portador para a Piacaba. Na quarta feira, depois das dez horas como garantiu a Vivi, fui ao viveiro. Ela não apareceu para me atender. Mandou recado pelo funcionário que o fornecedor, por engano, não trouxe as minhas mudas. Mas poderia ter me avisado, reclamei muito bravo. E saí pisando duro. Não tolero incompetência e falta de atenção com cliente.  Mas a boa notícia é que as de São Paulo já estão com quatro brotos de folhas em cada vaso. Mesmo não conseguindo quantidade, que preciso para o meu jardim, vou cultivar em casa, e em vaso, mudas da "aspidistra pintadinha". E por certo serei um dos poucos cultivadores dessa espécie, hoje rara no Brasil, e que já foi a "flor da Inglaterra", segundo George Orwell. Alguns escritores que admiro como Carlos Lacerda, Rubem Braga também cultivaram. O primeiro rosas em Petrópolis, o segundo frutas no seu apartamento no Rio. Eu acabava de descobrir o que iria cultivar. Nunca mais a Vivi me ligou. Três ou quatro semanas depois volto a passar na floricultura. Mais uma vez ela não esta, e saiu para fazer entregas. Janaina, funcionária, que parece morrer de medo da patroa, nada sabia. Conto toda minha longa peregrinação, e a total falta de profissionalismo e atenção da patroa para com o cliente, e ela fica de dar o recado. Anoto os telefones, e por via das dúvidas vou tentar falar com a dona. Muitas tentativas, no fixo e no celular foram em vão. Dias depois, que continuei insistindo, a Janaina atende, e disse ter passado meu recado. Mas a Vivi nada. Não atende o celular e não retorna meus recados. Isso não é desatenção, é desaforo. Desisti de ter minhas mudas de aspidistras. Uma semana depois me liga a Vivi. Como se tivessemos falado no dia anterior, e nada tivesse havido entre um cliente e a dona do negócio. As seis mudas de aspidistras chegaram O preço é outro do que foi combinado anteriormente. Sem desculpas ou explicações colocou as mudas à minha disposição. Mordi a língua, mas não falei o que deveria e tive vontade. O desejo de possuir seis mudinhas de aspidistras foi maior. O que não se passa, e não se faz, por um desejo. Agora tenho seis mudas de aspidistras pintadinhas.

28.10.17

Primeira imagem do VARAL

Esta tela, chamada "Quatro Gerações" foi postada no primeiro dia de existência do VARAL em 19 de Novembro de 2006. Portanto, no próximo mês estaremos fazendo 12 anos de postagens diárias e ininterruptas. Caso raro na blogosfera. Talvez devêssemos pleitear ir para o Guinness.

Crônica diária

Sobre inspiração

O Leonardo e o Aloísio de Almeida Prado gostaram da sinopse do conto "O Papa de Miraí". O Aloísio até sinopse acha longa. É um preguiçoso. Já o Leonardo me perguntou de onde vinha tanta inspiração. Vou confessar que nesse caso foi mais lembranças do que imaginação. Não vou poder entrar em detalhes porque imaginei que ninguém de Miraí fosse, um dia,  ler minha crônica ou o conto propriamente dito. Escolhi Miraí por ser pequena e pela razão que conto a seguir. Antes porém, devo dizer que a nossa leitora diária Silvia Büller Souto tem uma amiga de Miraí, e enviou a crônica para a Tetê Marques. E por essa razão não devo baixar a detalhes, por razão óbvia. Mas quando estudava interno em Cataguases tive um contemporâneo, que não recordo o nome, mas o apelido era Miraí, por ser de lá. O Miraí tinha outro apelido, menos lisonjeiro, dependendo do ponto de vista. Era "Tripé". Talvez o Américo Picanso, ou o José Luiz Fernandes, que são bons de memória, lembrem do nome verdadeiro. O que ele tinha de avantajado no meio das pernas, tinha a menos em massa cerebral. Ninguém é perfeito. Imagine vocês que entre outras barbaridades ele não acreditava que o homem tivesse chegado à lua. Dizia tratar-se de propaganda da Coca-Cola, como tudo que vinha da América do Norte. Era no mínimo descrente. E o "Tripé" tinha o maior complexo do seu "terceiro" membro. Evitava tomar banho nos chuveiros coletivos, e sempre que o fazia, ficava de frente para a parede. Mesmo assim não podia esconder "sua vergonha". A natureza, às vezes, peca pela falta, outras pelo excesso. Foram essas lembranças que me levaram a escrever o conto "O Papa de Miraí".

27.10.17

Melão com presunto

Presunto cru com fatia de melão.

Crônica diária

Minhas "Montanhas"



Normalmente tenho um punhado de assuntos para tratar aqui nesta coluna. Tenho sempre um par de textos prontos. Hoje me falta texto e assunto. Nego me continuar falando dessa política que praticam em Brasília. Minha opinião sobre o Temer e seus dois ministros, mais chegados, Moreira Franco e  Eliseu Padilha, também, todos conhecem. O livro do Prêmio Nobel deste ano, Kazuo Ishiguro, continua muito chato. O que salva, e talvez ninguém tenha interesse em saber são minhas "Montanhas". Fazia já algum tempo que não produzia uma série de esculturas que me empolgasse tanto. Já estou na trigésima "Montanha". Uma de cerâmica, outra de bronze, e as restantes de cimento, argila e vermiculita. Falta só um "Moisés" ou galerista, marchand, ou curador que se interesse em expo-las. Trinta já é um número suficiente para u´a mostra.     

Comentários que valem um post

Meu domingo foi especial. Recebi visita do meu médico ortopedista/traumatologista Ziegler e esposa Leah e mais tarde fui visitar o meu AMIGÃO Eduardo Penteado Lunardelli na sua casa em Ibiraquera, Recebi de presente seu último livro de crônicas, Na capa a imagem de uma tela sua, a óleo que já me acostumei a ver em todas visitas. Mais um dos seus livros que vou reler, pois são 300 cronicas suas.Gosto de chamá-lo de Mestre, pois foi quem me colocou no mundo virtual através de um aplicativo, o BLOG, em moda na ocasião. Lá estão ainda hoje, todos os mais de milhar de textos curtos que escrevi e postei. Vou reler sim, pois as cronicas deste e de outros livros seus, são as que Eduardo já publicou no seu FB. Sempre que completa 300, ele posta diariamente uma, as reúne em livro para o prazer de seus amigos, sendo eu um deles.
Ter Amigos assim é maravilhoso. Que surjam mais em nossas vidas, para conversar, compartilhar vivencias, no meu caso, se aproximando rápido de 8 décadas. Mudanças e "renascimentos" sempre, como AQUI E AGORA......"carpe diem"

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Maria Canedo Gostei do seu texto. Flui bem. E você já veio de fábrica com nome de escritor: Lunardelli! Que a lua lhe traga sempre boas e criativas ideias!
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26.10.17

MONTANHA nº 27

 Com duas árvores e pedra
Ainda molhada - Outubro de 2017

Crônica diária

A sinopse do conto

O Leonardo e a Elisete Segala Gomes cobraram-me a publicação do conto objeto da crônica de ontem. Respondi a eles que me recusava a postar textos com mais de dez linhas. Os leitores das mídias digitais não querem ler mais do que isso. Mas faço, a pedidos, uma sinopse do conto. "O Papa de Miraí" é o título. Miraí é uma pequena cidade na Zona da Mata de Minas. Até então a única personalidade famosa nascida lá era Ataulfo Alves. O personagem do conto tem um apelido: Maçarico, coisa que ninguém escapa em Minas. A razão do apelido era incerta. Uns diziam que era por ser filho de um ferreiro, Ary das Grades, outros porque tinha o órgão genital masculino absurdamente grande. Desde muito pequeno. A mãe do Maçarico era trapezista de um circo mambembe, e ele fruto de um relacionamento ocasional. Foi domador do velho, magro e decadente leão do circo, e com a proibição pelo IBAMA de uso de animais nesses espetáculos, Maçarico resolveu fazer teste para ator de filme pornô. Claro que foi um sucesso. Ele tinha toda ferramenta para o ofício. De Belo Horizonte, onde era a produtora dos vídeos, para Paris foi um pulo. Na França continuou atuando em vídeos pornôs, e cabarés. Até que com a eleição do Papa Francisco, um diretor de cinema sério descobriu a enorme semelhança fisionômica entre o novo Papa e o Maçarico. Foi contratado para fazer o papel do Papa num longa que obteve grande sucesso. Daí sua carreira e fortuna se consolidaram. Muitos outros filmes, e caches de publicidade consolidaram sua fama. Voltou ao Brasil muitas vezes, uma só a Miraí. Lá foi bem recebido, mas o humor mineiro não o perdoou. A manchete do Miraí em Notícia, no dia da visita era: "O Papa moças voltou".

Comentários que valem um post



João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Novo posto para a Montanha nº 18":

Fica muito bem com essa luz, Eduardo.
O contra-luz empresta-lhe um realismo de que gosto muito.

Postado por João Menéres no blog . em quarta-feira, 25 de outubro de 2017 09:06:00 BRST 

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25.10.17

Novo posto para a Montanha nº 18

A Montanha nº 18, branca com uma árvore, em seu novo posto. Recebe os primeiros raios de sol matinal.

Crônica diária

Crônica do conto



Da amiga artista plástica e escritora Maria Tomaselli recebi uma foto da convocatória para um concurso de crônica e poesia. Ela como boa austríaca é direta, objetiva e econômica. Nenhuma palavra ou consideração. Só o recorte. Li e respondi que andava sem ânimo em escrever contos especialmente para concursos. Este, por exemplo pede um conto com quatro páginas de papel A4, com espaços de 1,5 e tipos Time New  Roman   tamanho 12. Todos os meus contos inéditos tem mais de vinte páginas. Sobre essas exigências um dia ainda vou escrever me rebelando. Já fui desclassificado em concurso que pedia contos com mil palavras, e eu imaginando que com oitocentas iria agradar os jurados, me dei mal. Mas voltando ao concurso da Tomaselli, na madrugada seguinte acordei com um conto na cabeça. Pronto. Com começo, meio e fim. Só não sabia quantas páginas ele iria demandar. Fui ao computador e coloquei no Word. Obedeci os espaçamentos das entre linhas e margens exigidas pelo regulamento. Deu uma página e meia. Muito longe das quatro. Fica assim mais um conto no arquivo, a espera de uma oportunidade. E pensando no porque não tenho conseguido me alongar, acredito que seja o hábito de escrever crônicas. Textos curtos, diretos, objetivos.

24.10.17

Montanha nº 24 encontrou seu lugar

 No detalhe
Vista geral

Crônica diária



Juízes, beliches e armários

 Não tenho muita simpatia pelo Ministro Gilmar Mendes. Acho que deve ser pelas caretas que faz, gestos com a boca, ou simplesmente implicância minha. Mas sou obrigado a concordar que tem uma independência ideológica que o difere dos outros ministros do STF. E tem coragem. Leio o que publicou no Twitter sobre a repercussão da portaria que alterou a definição do que pode ser enquadrado como trabalho escrevo no Brasil. Diz ele que: “Combater o trabalho escravo é fundamental. Mas nem toda irregularidade trabalhista merece o tratamento de escravidão. A interpretação das expressões ‘jornada exaustiva’ e ‘condições degradantes de trabalho’ não pode ser ideologizada. Só no Brasil, altura de beliche e tamanho de armário geram discussão sobre trabalho escravo.” Ele tem razão. Aliás é preciso dar um basta nessa justiça do trabalho que é por princípio uma injustiça contra o empregador. Não se pode voltar a empregar 14 milhões de desempregados, na velocidade que se deseja, sem que o empregador tenha uma justiça trabalhista isenta.  Não se advoga nada contra direitos, mas apenas bom senso e harmonia entre quem contrata e quem presta serviços. E juízes não ideologizados. Nem juízes, nem beliches nem armários.

23.10.17

Montanhas encontrando seus lugares




A Gorda, Montanha nº 25, no terraço do anexo da Piacaba - 2017
 Vista da Piacaba

Crônica diária

Kazuo Ishiguro, Prêmio Nobel de Literatura 2017

Pelo menos desta vez o agraciado é um escritor. Japonês que mora na Grã-Bretanha dede os cinco anos de idade. Hoje esta com 62, e uma lista de vários best-sellers publicados, com tiragens enormes e traduzido para mais de 28 países. Dois de seus romances foram para as telas e num deles no papel de mordomo o ator Sir Philip Anthony Hopkins, fez muito sucesso. Logo após a divulgação do prêmio fui à minha livraria e todos os títulos estavam esgotados. Para isso esse prêmio funciona. No sebo encontrei um único exemplar, por acaso seu ultimo romance editado em português: "O Gigante enterrado" (2015). Ainda não terminei a leitura. Nem se pode julgar um escritor por um único livro de sua vasta obra. Mas... este pelo menos, que é narrado no tom de fábula, onde grassam ogros, dragoas, e duendes, numa Grã-Bretanha pós queda do rei Arthur, e das sucessivas guerras entre saxões e bretões. Mais parece com a literatura do Paulo Coelho. E é bom lembrar que na própria Inglaterra  há bons escritores merecendo o Nobel, como por exemplo Ian McEwan. O Nobel de Literatura fica nos devendo melhores opções.

22.10.17

Montanha nº24 Alta com árvore no vento


Contra luz

Crônica diária

Inimaginável e surreal 

Você já ouviu falar em Guilherme Boulos? Líder dos sem teto? Aquele que promove invasões em terrenos e prédios vazios. Vazios, porém tem dono. Pois é, as esquerdas pensam em lança-lo candidato a presidente em 2018. Seria a opção do PT no caso do Lula estar impedido. Mais um poste. Com apoio do PSOL. Aproveitando o vazio político por  que não preenche-lo com o líder das invasões? É tamanho o absurdo dessas ideias que me pergunto se estão fazendo anedotas e piadas ou falando sério. Quando leio nos grandes jornais e na, dita séria, coisas como essa, não posso deixar de lembrar do Pif-paf, e dos textos do Millôr Fernandes Emmanuel Vão Gôgo (1923-2012).

Comentários que valem um post

Christina Lunardelli

Minha querida prima, militar existe para fazer guerra e não governar. Não são preparados para exercer esse papel numa democracia. Não existe nenhum bom exemplo de regime militar que tenha resultado em sucesso. Quem deve prender os políticos é a polícia. Quem deve julgar é a justiça, e quem é o maior responsável pela corrupção e comportamento criminoso dos políticos é o ELEITOR. Quem viveu no Brasil os últimos 60 anos sabe o que foi o golpe militar na revolução de 64. E não podemos admitir a volta ao passado. Já regredimos em todos os índices, e agora precisamos pensar para frente, e para o futuro, fortalecendo as instituições republicanas e democráticas. E uma das formas é debatendo o assunto. É a forma com que posso contribuir. 
Eduardo, em sua página do FB
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21.10.17

Montanha nº 25 Gorda (Frente e verso)

 Frente
Verso

Crônica diária



Alô, alô Chacrinha, Sylvio Santos vem aí!

É com esse clima de chanchada e programa de auditório que nosso pobre país vem vivendo. Com esse clima de terra arrasada que a Dilma e o PT deixaram, não poderíamos estar passando por uma crise política tão grave. Completamente sem opções partidárias, e quadros políticos confiáveis, surgem candidatos a candidatarem-se em 2018 absolutamente ridículos. Neófitos em política acreditam que o sucesso na mídia, em programas de auditório lhes credenciam para gerir uma nação. Podem até obter votos, como obtém jogadores de futebol ou cantores do rádio. Mas nunca passarão de vereadores ou deputados do baixo clero. Leio estarrecido que Luciano Huck pensa em poder se candidatar a Presidente do Brasil. Se já não posso admitir o deputado federal Bolsonaro, o que dizer desse Huck. Depois da eleição do Dória como prefeito, e da falência completa da classe política tradicional, qualquer cidadão acredita ser capaz de substituí-los. Não é bem assim. Muito pelo contrário. Liderar um país com a dimensão territorial, e com as diferenças regionais, e os graves problemas que tem, não é tarefa para amadores ou bem intencionados. O exercício político parlamentar é uma tarefa para muitos anos de experiência. Não se faz um líder medindo audiência televisiva. E por fim não se pode querer preencher esse vácuo com os militares. Eles também não foram, e não são preparados para a tarefa de governar.

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